Sinais, Gestos e Símbolos da Santa Missa.


Desde os primeiros séculos, os cristãos sentiram a necessidade de expressar seus louvores a Deus através de gestos, símbolos e sinais, que fossem também compreensíveis a todas as pessoas. Assim, com o passar dos séculos, a Liturgia da Missa se desenvolveu e se enriqueceu. Para aproveitar as inúmeras graças concedidas durante a Santa Missa, todo fiel deve tentar conhecê-la melhor e não simplesmente repetir o que os outros fazem ou dizem, sem saber o porquê. A Missa compreendida pode ser mais amada, e muito bem amada! No entanto, ninguém ama aquilo que não conhece e, dessa forma, acaba por não se beneficiar tanto quanto poderia.


Gestos, Símbolos e Sinais

Assim como toda a nossa vida, também a Missa é formada por gestos, símbolos e sinais. São meios humanos para expressar a adoração, a reparação, o agradecimento e as súplicas que podemos elevar a Deus, além de nossas intenções pessoais. Obviamente, tudo isso possui significado específico dentro da Missa, que deve ser celebrada e assistida de maneira lúcida e não de qualquer modo; em caso contrário, perdem o seu imenso, tremendo valor. Quando fazemos algo sem saber o seu significado e o seu motivo, que valor poderá ter para Aquele a quem é dirigido? Portanto, toda Liturgia é formada por estes três elementos: Sinal, Símbolo e Gesto.



Sinais – Sinal é o que nos faz lembrar ou que representa algo, seja um fato ou um fenômeno, presente, passado ou futuro. Para deixar um exemplo vulgar, quando colocamos galhos ou ramos de árvores em uma curva na estrada, alertamos aos outros carros que pode haver um acidente ou veículo parado na estrada, logo após a curva. Podemos dizer que o sinal ou figura é sempre menor que o seu significado. Um outro e melhor exemplo de sinal, dentro do ambiente cristão, é o uso da vela: a chama de uma vela acesa pode significar a Luz Divina ou claridade da vida eterna, que nunca se acaba. Observe que ambos os exemplos, mundano e Sagrado, são do conhecimento Universal.






Símbolos – O símbolo, ao contrário do sinal, exige um conhecimento especial prévio. Pode não representar nada para as pessoas que não convivem num determinado meio ou não pertencem a certo ambiente. Os primeiros cristãos desenhavam cruzes e peixes nas catacumbas onde se escondiam da perseguição romana. Por que peixes? Porque a palavra "peixe", em grego (IXTUS), correspondia à abreviação da expressão "Jesus Cristo Filho de Deus Salvador".




Gestos – Os gestos são movimentos que fazemos com nossos braços, mãos, pés, cabeça, etc., ou, ainda, com todo o nosso corpo, e que também possuem significados. Na Missa, os gestos devem ser sinceros, pois são dirigidos ao Sagrado. E quando todos fazem o mesmo gesto, demonstra-se a unidade da comunidade. Unir as palmas das mãos durante a oração significa súplica e entrega a Deus; ajoelhar-se pode significar adoração; inclinar a fronte significa concordância; elevar as mãos pode significar louvor e/ou ação de graças. Sentar-se com o tronco ereto e o corpo voltado para o Altar significa atenção.


Quando se evoca a Presença Real de Jesus Cristo na Comunhão Eucarística, é importantíssimo que você compreenda a maravilha e a magnitude do que ocorre naquele momento: o Apóstolo São Paulo diz que quem se aproxima indignamente da sagrada Mesa, come e bebe sua própria condenação (1Cor 11, 28-29). É difícil ser mais severo do que isso, e com toda a justiça! Quando o Corpo e o Sangue de Cristo forem elevados pelo sacerdote, adore e agradeça. Aproxime-se da Sagrada Eucaristia com reverência: é Deus mesmo que você vai receber!
Antes e acima de tudo, lembre-se: você deve assistir à Santa Missa com gratidão e alegria no coração; com devoção, profundo amor e reverência. Você está participando da Renovação do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo para a sua salvação e de toda a humanidade. Nunca se esqueça do quão importante é isto.

O devido respeito para com a Sagrada Eucaristia.

                                                                                         

Apesar de toda catequese da Igreja sobre a Eucaristia, ainda hoje Jesus é muito desrespeitado e profanado na Hóstia Santa
Os Sacramentos que Cristo deixou na Igreja transmitem a graça da salvação que Ele conquistou pela sua morte e ressurreição; mas a sagrada Eucaristia vai mais além, porque  é o centro da fé católica; é o maior de todos os Sacramentos porque nele Cristo está vivo, em corpo, sangue, alma e divindade.
Há dois mil anos, desde que pela primeira vez Jesus celebrou a Eucaristia na Santa Ceia, nunca mais a Igreja deixou de realizá-la. Além disso, Cristo na Hóstia sagrada, vítima oferecida em sacrifício, é guardado nos Sacrários para ser adorado pelos fiéis e levado aos doentes. Mas, apesar de toda catequese da Igreja sobre a Eucaristia, ainda Jesus é muito desrespeitado e profanado na Hóstia santa.
Uma dessas profanações acontece quando alguém, ciente de que está em pecado grave, comunga sem se confessar com o sacerdote. São Paulo nos lembra da gravidade de Comungar sem estar em condições para isso. Ele diz: “Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação. Esta é a razão por que entre vós há muitos adoentados e fracos, e muitos mortos”. (1 Cor 11,26-30)
É claro que não devemos deixar de Comungar por qualquer falta cometida, mas quando o pecado é grave, mortal, é indispensável a Confissão. Não se pode receber Aquele que é Santo em um coração que não esteja purificado.
Outra profanação seríssima contra a Eucaristia é o uso de Hóstias consagradas para a chamada “missa negra” realizada em cultos demoníacos. São Paulo fala da grandeza do Corpo de Cristo na Eucaristia: “O cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo?…  As coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas a demônios e não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com os demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”. (1Cor 10,16-21).

Por que a Igreja é Una?


Falando da Igreja o Concílio nos ensina que: “Esta é a ÚNICA Igreja de Cristo que no símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica” (LG, 8). A unidade e unicidade da Igreja vêm da própria unidade da Trindade Santa. O único povo de Deus no Antigo Testamento (Israel), se prolonga no único povo de Deus no Novo Testamento (a Igreja). Cristo tem um só Corpo e uma só Esposa, daí vem a exigência monogâmica do matrimônio cristão, que é espelho da união de Cristo com a sua única Esposa.
São Clemente de Alexandria (†215) expressou bem esse mistério dizendo: “Que estupendo mistério! Há um único Pai do universo, um único Logos do universo e também um único Espírito Santo, idêntico em todo lugar; há também uma única virgem que se tornou mãe, e me agrada chamá-la Igreja” (CIC nº 813).
São Paulo também expressa de muitas maneiras a unidade da Igreja. Aos coríntios ele afirma: “Por isso, se um membro sofre, todos os membros padecem com ele; ou se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (1Cor 12,26).
A diversidade de membros do Corpo místico não destrói a sua unidade. É a “unidade na diversidade”, como ensina São Paulo:
“Pois, como em  um  só  corpo  temos  muitos  membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos membros, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro” (Rom 12,4-5).
A “Lumen Gentium” deixa bem claro que: “A única Igreja de Cristo… é aquela que nosso Salvador, depois  da  sua  Ressurreição, entregou a Pedro para  apascentar  e confiou  a ele e aos demais  Apóstolos  para propagá-la e regê-la… Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma  sociedade,  subsiste na Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele” (LG, 8).
A unidade da Igreja se revela também por vários fatores: doutrina, liturgia, governo, sucessão apostólica, etc.
A Igreja possui uma única doutrina, um único Credo, a profissão de uma única fé recebida dos Apóstolos. Ninguém pode se dizer católico se não crê nessas verdades da fé.

O Tempo pascal

Cristo ressuscita naqueles que sabem partir o pão.

Páscoa é passagem para uma situação melhor, da morte para vida, do pecado para graça, da escravidão para liberdade, baseado não em nossas forças, mas na fé em Jesus Cristo. Páscoa se dá não só no rito da Liturgia; deve acontecer em cada instante da vida do homem em busca da terra prometida, da vida nova da felicidade. O Tempo Pascal acontece do Domingo da Ressurreição até o Domingo de Pentecostes, por isso, cinquenta dias na presença do Ressuscitado nos preparando para receber o Espírito Santo prometido.
Nas leituras bíblicas, sobretudo nos Evangelhos do Tempo Pascal, percebemos que Jesus se dá a conhecer, que Ele ressuscita lá onde existe acolhimento, lá onde se presta serviço ao próximo. Podemos dizer que Cristo ressuscita lá onde se vive o novo mandamento do amor, da caridade. Primeiramente Jesus se dá a conhecer às mulheres que vão ao sepulcro para ungir com aromas o Seu Corpo. Jesus se dá a conhecer a Madalena, que vai em busca do Seu Corpo. O Senhor se manifesta a Pedro e a João que vão ao sepulcro. Jesus aparece à comunidade reunida no cenáculo. Tomé, que não está presente, não usufrui da presença do Senhor; tornando-se presente, no entanto, também O reconhece.
É preciso, pois, a exemplo de Cristo, partir o pão e servir, ou seja, colocar-se a serviço do próximo, tornando-se pão e alimento para a vida do mundo. Eis o sentido atual do milagre da multiplicação dos pães.
Cristo está ressuscitando em sua vida?
Quando os discípulos O reconhecem na fração do pão, Ele desaparece. Não é mais necessidade de Cristo permanecer entre os homens de maneira corpórea, pois Ele continua presente de maneira sacramental nos Seus discípulos, na Sua Igreja, naqueles que vivem o serviço do amor, pois o novo mandamento tudo renova, faz reviver todas as coisas.
“Ide dirá Ele, vós sereis minhas testemunhas até os confins da terra”. Vós sereis meus continuadores no meio dos homens. Isso vem expresso no que segue: “Levantaram na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Eles, por sua vez, contaram o que havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão” (Cf. Lc 24, 33-35).
Pela caridade os cristãos se apresentam no mundo como chagas do Cristo ressuscitado, no qual o homem, a exemplo de Tomé, poderá perceber e apalpar o amor de Cristo e n'Ele crer; e, acreditando, tenha a vida eterna. Cada cristão é convidado para se tornar presença do Cristo ressuscitado entre os irmãos, de tal sorte que os homens reconheçam Sua face na caridade do irmão.
Clique em comentários e diga: Tenho vivido como alguém ressuscitado em Cristo? Deixe os seus pedidos de oração.
Soltemos o nosso grito: ALELUIA! Pois Cristo ressuscitou e nos deu vida nova. Este é um canto litúrgico muito antigo, que se reza em todas as grandes solenidades de nossa fé, cantemos os louvores do Senhor:
Oração: Ó Deus, que fazeis crescer a vossa Igreja dando-lhe sempre novos filhos e filhas, concedei que por toda a sua vida estes vossos servos e servas sejam fiéis ao sacramento do batismo que receberam professando a fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Reflexões pós natal – O ódio de satanás contra a encarnação do Verbo

Salve Maria Imaculada!

Após este Natal fiquei refletindo sobre algumas coisas. O que é mesmo Natal? Como é difícil ver que as pessoas celebram algo que desconhecem. As pessoas tem o Natal simplesmente como um feriado qualquer tirado para cometer pecados. O que as pessoas fazem nesta data tão especial para nós católicos, é o mesmo que fazem em festas mundanas como Carnaval.

No Natal celebramos (celebrar, alegrar-se, e não farrear mundanamente) o nascimento do Senhor Jesus Cristo. Aliás, é muito mais que um nascimento de uma pessoa. O nascimento de Jesus marca para nós a encarnação do Verbo, ou seja, é Deus quem se encarna e se faz homem no meio de nós. Mas muitos cristãos parecem não se importar com isso...

Muita gente acha que o Natal é tempo de filantropia. É comum vermos as velhas campanhas de pseudo caridade. Obviamente que não sou contra a ajuda ao próximo. Mas é que parece que morador de rua só come no Natal, só sente frio no Natal... Se o Natal é a celebração da encarnação do Verbo, ou seja, Deus está no meio de nós; será que não seria interessante, e muito mais cristão da nossa parte, ajudar os mais pobres durante todo o ano?

Nessa época as pessoas desejam paz, felicidade, alegria, amor, etc., e tal. Mas muitos nem acreditam na existência de Cristo. Sejamos sinceros: o que é paz? Nós só teremos paz em Cristo. Aliás, Cristo é o nosso Shalom! Cristo é a verdadeira paz. Como Ele mesmo diz para Santa Faustina: “o mundo não encontrará paz enquanto não se voltar para a minha misericórdia”. Ora, como desejamos a paz se estamos em meio a guerra do mundo e queremos continuar nela? Que guerra? - podem me perguntar alguns -. A guerra da bebedeira, da prostituição, das drogas, do divórcio, da sodomia, da bagaceira geral. Paz? Só na vida em Cristo! Felicidade? Em Cristo! Alegria? Nunca encontrei nos vinhos velhos que bebi, na vida passada, mas só encontrei no vinho novo da vida em Cristo! Amor? Só encontrei no Ressuscitado que passou pela Cruz! Até quando essa sociedade será hipócrita e ficará procurando a felicidade onde não tem? Só em Deus podemos ser felizes.

Não sou melhor do que ninguém. Antes seja pior que todos. Mas Deus, através de Nossa Senhora, em Sua infinita Misericórdia, me deu a graça de na véspera de Natal ir para o Santo Sacrifício da Missa celebrada por Dom Aparecido, comungar o Corpo e o Sangue de Cristo, celebrar o Natal lá, voltar pra casa na verdadeira paz que só encontro na Eucaristia. Mas em contrapartida no caminho a gente vê a degradação do mundo, a falsa paz, o ódio do encardido à encarnação do Verbo. Tanta bebedeira, latas de cerveja, farras, músicas mundanas dos piores níveis... Em casa dava para ouvir. E era tanta festa por perto que tinha hora que era bem três ritmos diferentes ao mesmo tempo. Muito mundanismo no dia que celebramos a encarnação daquele que veio, se encarnou, morreu na Cruz e ressuscitou para nos tirar do mundo pecaminoso.

Mas não quero simplesmente dizer “poxa, ninguém celebra o Natal direito, ninguém quer saber de Deus.” Não! Na verdade, nesses dias natalinos eu refleti de uma forma diferente. Na realidade eu não vi tanto o pecado ao meu redor. Eu simplesmente vi que o pecado que me rodeia é reflexo do pecado que está dentro de mim. Sim! O pecado da minha omissão. O pecado da minha falta de oração. Não adianta eu dizer que ninguém lembra de Cristo no Natal, se durante todo ano eu não fiz a vontade de Deus que era evangelizar e levar Cristo para essas pessoas que não O conhecem. Muitos sabem de Jesus só de nome; vão pra Igreja, até servem, mas não tiveram uma experiência com Cristo. Sim, eu deveria ter me mortificado, sangrado, dado a vida para que Cristo fosse adorado neste lugar. Então, se eu não consumi a minha vida pela evangelização, que direito eu tenho de apontar o dedo? O mais podre sou eu que não fiz a vontade do meu Amado. Maior pecado tem eu, porque eu O conheço e não O transmiti para as pessoas. Para que alguém tenha fé, é preciso que alguém pregue. Eu não preguei como deveria.

Nossa Senhora quando apareceu em Fátima disse de forma direta: “Muitas almas vão para o inferno porque não há quem reze e se sacrifique por elas”. Talvez neste Natal muitos se encaminharam para a perdição. Mas o que me dói é: eu rezei e me sacrifiquei para que se convertessem? É, meus caros irmãos, é preciso dar a vida. Conversão! Conversão! Conversão! Nossa Senhora, também em Fátima, disse aos pastorinhos que se o povo rezasse o terço todos os dias acabaria a guerra. Se essa guerra do pecado não cessa, e até no Natal vimos o que vimos, é porque nem o povo Católico tem rezado o Terço (vamos nem citar o Rosário para não passarmos vergonha). Então busquemos sempre ao ver essas situações rezar “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim pecador”, pois o pecado da nossa omissão em anunciar Cristo, denunciar o pecado, enfim, esse nosso calar tem feito o mundo se afogar em pecados. E se não nos convertermos o mundo se afogará na ira de Deus.

Mas toda essa onda de pecados nesta celebração do Natal é instigada pelo demônio. Meus queridos irmãos, o demônio odeia o mistério da encarnação de Jesus no seio da Virgem Maria. Lembro-me que em um retiro em que uma garota manifestou o inimigo, fomos rezar o Rosário pedindo a sua libertação da opressão do mal. Quando rezávamos o Credo e falamos “...nasceu da Virgem Maria” o encardido começou a rir e meio que zombar (se não me engano até disse “não creio não” – e rindo). Por quê? Porque ele odeia tanto a Virgem Maria, pois a Virgem Santa disse SIM a Deus, foi humilde, obediente, e Ela se tornou o primeiro Sacrário vivo de Jesus. E depois porque odeia a encarnação do Verbo em si. Ou seja, o demônio odeia ver o amor de Deus por nós. Deus se humilha ao se fazer homem. Para nos salvar. Para nos tirar das garras do demônio. E se o demônio não conseguiu derrotar Jesus durante Sua missão na terra. Cristo morreu na Cruz e ressuscitou. Se ele não conseguiu tocar na Virgem Maria (que foi Imaculada e não cometeu pecado nenhum na terra, nem mesmo venial, foi toda pura); ele então toca na humanidade podre a fazendo profanar no dia santo do Natal. Se ele não conseguiu impedir a encarnação do Verbo, ele profana essa celebração. Faz que os homens cometam os pecados mais horríveis e cometam atos de ódio contra Deus, no dia da Sua encarnação. Sim, tudo pra provocar a Deus. O demônio é sujo. Tanto é verdade que vemos o Carnaval, por exemplo, sendo uma época que com certeza é a que mais se cometem pecados mortais, sendo festejado no início da Quaresma. Ou seja, na época de conversão o demônio faz as almas se perderem. Na época em que nos preparamos para a Semana Santa para meditarmos a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, o demônio faz com que os homens cuspam na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo com seus pecados.

E quero encerrar essa meditação, lembrando a você que esteja em pecado mortal, que esteja festejando, farreando, nas drogas, na prostituição, na vida podre... Seja sincero, você não é feliz. A tua felicidade é Cristo. Volto a lembrar o que disse Jesus à Santa Faustina: “O MUNDO NÃO ENCONTRARÁ PAZ ENQUANTO NÃO SE VOLTAR PARA A MINHA MISERICÓRDIA!” Volte para Cristo! Confesse os teus pecados para um padre. Seja santo. Essa é a vontade de Deus. “Sede santo, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo” (Lev. 19,2). Não há pecado que não possa ser perdoado, pois a Misericórdia de Deus é infinita. VOLTE PRA DEUS!

Ninguém é tão pecador, que não alcance misericórdia. A misericórdia divina é maior que nossas maldades. Mas sob a condição de que desejemos nos corrigir na santa confissão, com o propósito de preferir a morte ao vômito (Pr26,11)” (Santa Catarina de Sena)


Por agora satanás pode estar fazendo almas se perderem. Mas eu creio nas promessas de Nossa Senhora em Fátima: “POR FIM O MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ!”

Salve Maria Imaculada!

Os três tipos de Católicos.


"Existia uma alma que se encontrava em cima de um muro. De um lado do muro haviam anjos que pediam para que a alma fosse para o lado deles. Do outro lado havia os demônios que estavam calados diante de tudo aquilo. A alma perguntou aos anjos o porquê deles clamarem tanto enquanto os demônios se calavam. Eis que a resposta veio justamente de um dos demônios, que disse: "O muro a nós pertence"."


"Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te." (Apocalipse 3, 15-16)



Desta pequena crônica, podemos fazer as seguintes análises e a seguinte conclusão:




Existem três tipos de católicos:


Os modernistas
(Os aceita-tudo)

São aqueles que aceitam as novidades propostas pelo modernismo, este já condenado abertamente pelo Magistério Infalível da Santa Igreja e pelos santos.

"NÃO importa se estas novidades são contrárias à fé, o que importa é "modernizar a Igreja, pois, afinal, estamos no século XXI"."

O mundo moderno faz com que homem se esqueça de coisas que são extremamente importantes, como Deus, a Santa Igreja, Sua doutrina e a Morte. De que vale ao homem conquistar o mundo e perder sua alma? O modernismo é falso. É preciso virar as costas ao modernismo. É obra do inferno. Mesmo os Sacerdotes que difundem o modernismo nem sequer estão de acordo entre si. Nenhum está de acordo quando estes se encontram nesta situação: aderindo ao modernismo.

São estes os do tipo que aceitam todas as religiões, que transformam a Missa em um palco, que participam de seitas protestantes, argumentando que apenas pretendem "estar em plena comunhão com nossos irmãos de outras religiões".


Ainda podem ser chamados de católicos ou simplesmente de católicos protestantes?


O que já disse João Paulo II, que continuou o seu papado afirmando abertamente que este seria totalmente nas diretrizes do Vaticano II(ler artigo: O Vaticano II e seus frutos)


«Temos que admitir realisticamente e com sentimentos de intensa dor que hoje os Cristãos, na sua grande parte, sentem-se perdidos, confusos, perplexos e mesmo desapontados; abundantemente se espalham ideias contrárias à verdade que foi revelada e que sempre foi ensinada; heresias, no sentido lato e próprio da palavra, propagaram-se na área do dogma e da moral, criando dúvidas, confusões e rebelião; a liturgia foi adulterada. Imersos num relativismo intelectual e moral e, portanto, no permissivismo, os Cristãos são tentados pelo ateísmo, pelo agnosticismo, por um iluminismo vagamente moral e por um Cristianismo sociológico desprovido de dogmas definidos ou de uma moralidade objectiva».

Papa João Paulo II, citado em
L'Osservatore Romano,
7 de Fevereiro de 1981.



"Neo-tradicionais"
(Defendem a tradição mas apoiam o modernismo)


Exite os que se auto-intitulam "tradicionais" ou "tradicionalistas" mas que aceitam tanto a tradição quanto o modernismo, apenas para agradar aos dois lados. Quem fica encima do muro, está com o demônio e não com Deus. Deus Pai vomitará os que são mornos. Estes são piores que os modernistas, pois eles ao menos escolheram um lado, enquanto estes pretendem agradar a Deus e ao mundo, mas se esquecem que "não se pode agradar a dois senhores ao mesmo tempo".

É mais que comum ver católicos que assistem à Santa Missa no Rito de Sempre e participam das chamadas "Missas Carismáticas", e são os primeiros a rebolarem, cantarem e rezarem em línguas dentro de uma igreja, profanando assim o local onde Nosso Senhor habita.

Repetindo o versículo do início do artigo:
"Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!
Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te."

São estes os que estão encima do muro. Que rezam o confiteor na Missa de Sempre mas que são simpatizantes ou até mesmo participantes das sacrílegas "Missas de Cura e Libertação" e carismáticas.


Se Deus vai vomitar os que são mornos, seriam estes ainda católicos?



Católicos
(Vulgo tradicionais)


São estes os católicos, propriamente ditos.

Todos os CATÓLICOS são tradicionais, apenas por seguirem tradições e repetirem o que é verdadeiramente da Fé Católica, rejeitando o que é estranho e contrário aos ensinamentos da Igreja. Antes de serem chamados de tradicionais, devem ser chamados de Católicos. São estes os que repetem o que os Papas disseram ao longo dos séculos. São estes os que não têm medo de condenarem as seitas, as outras religiões e tudo aquilo que é de moderno, ofensivo e perigoso à Fé.

Mas estes católicos devem ter medo de serem chamados de "radicais" por dizerem: "Extra Ecclesiam nulla salus" (Fora da Igreja não há salvação)?

Resposta: Não.

Os Papas já afirmaram isto. E os católicos verdadeiros são fiéis à sucessão de São Pedro, estes que repetiram ao povo católico o que os seus antecessores ensinaram, afinal, é melhor ser radical, mas com os papas, ou, "amigo de todos" sem eles?

Rezamos na Santa Missa: "...quia peccavi nimis cogitatione verbo, et opere..." (...porque pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras...); A omissão é um ato pecaminoso. Negar o que os papas e o que a Igreja afirma, é pecado, é omissão gravíssima, em outros casos é até mesmo pena de excomunhão, pois afinal, por que ser católico se não queremos seguir o que a Igreja afirma em sua infalibilidade? Na realidade, a quem queremos agradar...? A Deus ou ao mundo moderno, decadente? Repetindo o que foi dito no início do artigo: De que vale ao homem conquistar o mundo e perder sua alma?


Mas... o que os papas dizem?


Papa Pio XII

"Para definir e descrever esta verdadeira Igreja de Cristo - que é a Santa, Católica, Apostólica Igreja Romana - nada há mais nobre, nem mais excelente, nem mais divino do que o conceito expresso na denominação "corpo místico de Jesus Cristo" (Mystici Corporis)


Papa Pio XI

"Só uma Religião pode ser verdadeira: a revelada por Deus; a única Religião revelada por Deus é a Igreja Católica" (Mortalium Animos)



Papa S. Pio X

"Os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadoresmas tradicionalistas"
(Notre charge Apostolique)



A quem os católicos devem seguir? Ao senso do "politicamente correto" proposto pelo mundo moderno ou aos santos e Papas que afirmaram categoricamente que apenas existe uma única Igreja, um único meio de Salvação, este meio que é o de rejeitar todas as outras religiões, aceitar e seguir apenas o que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana sempre ensinou?

O que vem dos hereges, não pode ser algo de bom. Deveria o católico aceitar as outras religiões? Assim como o modernismo, as falsas religiões existem para acabar com as tradições bi milenares, costumes e o sentido universal da salvação que viveram os santos. Se o Papa São X condenou o modernismo, com qual autoridade um padre moderno pode exaltar e propagar o mesmo? Se alguma pessoa ousar argumentar: "O dito Papa já morreu, devemos seguir o que os papas atuais pregam", esta pessoa não é católica.


A razão do porquê os católicos dos dias de hoje têm medo de afirmar a Doutrina de Sempre, o que os Santos e Papas afirmaram ao longo dos séculos, da Salvação existir apenas no seio da Santa Madre Igreja, se dá ao fato de os últimos papas não afirmarem abertamente (ou simplesmente não afirmarem) que a salvação existe apenas na Igreja Católica, mas que "subsiste" Nela, dando abertura ao pensamento de que a Salvação Eterna também é possível nas outras religiões, dando ao homem o famoso direito de escolher a sua religião "a gosto do freguês".

Em uma família onde os pais não dão educação religiosa e moral aos filhos, quando eles crescerem, naturalmente, eles não serão verdadeiros cristãos e possuirão valores morais duvidosos. Mas convém lembrar que até mesmo Cipriano, o Feiticeiro, se converteu após anos de bruxaria, óbvio que cristãos mal educados quando crianças poderão sim reverter a situação e se tornarem verdadeiros católicos, não sendo esta a questão, mas sim que o princípio da educação cristã está na base ensinada pelos pais.


Se os papas, bispos e padres dos tempos atuais não ensinam o que os seus antecessores ensinaram por séculos, onde os "jovens modernos" poderão se inspirar e tomar exemplo para serem CATÓLICOS?



"Em tudo me sujeito ao que professa a Santa Igreja Católica Romana, em cuja fé vivo, afirmei viver e prometo viver e morrer"


Salve Maria!

Twitter: Quem estamos seguindo?

Twitter talvez febre entre adolescentes, jovens e tantos outros que são assim chamados “seguidores”, contudo neste artigo fico a pensar como é simples para muitos passarem o dia a seguir pessoas que infelizmente na maioria das vezes expõe coisas tão supérfluas como frases que não trarão qualquer tipo de beneficio, Certamente alguns de vocês poderiam discordar e até mesmo criticar meu comentário dizendo que varias das pessoas que utilizam este recurso o fazem como instrumento de tamanha utilidade para todos. Bem de certa forma sou obrigado a concordar.

Contudo meu ponto de vista é tão somente de expor que nos dias em que estamos vivendo as pessoas seguem pessoas que simplesmente são famosas, sem que esta tenha que ter no mínimo qualquer tipo moral ou conduta ética, seguem apenas por seguir.

Fico a pensar é tão fácil passar o dia seguindo pessoas mais é tão difícil para alguns Seguir aquele que deve ser seguido, JESUS de Nazaré.
Nos dias em que Cristo esteve a realizar seu ministério terreno ele foi abordado por certo moço que o disse: “Mestre te seguirei por onde quer que fores” se fosse nos dias de hoje ele estaria dizendo serei teu seguidor no twitter, Mais a resposta de Cristo o surpreendeu pois Jesus lhe disse “As raposas tem covis e as aves do céu tem ninhos, mais o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” Mt 8.20
Esta talvez seja a reposta as minhas indagações, porque as pessoas seguem as outras pessoas e não a Cristo? Porque seguir a Cristo nos leva a uma vida de “perda” neste mundo, e de desprendimento, e realmente as pessoas não estão dispostas a isso.

Será amigo que temos seguido quem realmente deve ser seguido? Ou estamos apenas nos embaraçando com as coisas deste mundo?
Disse Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14.6. Desta forma o único meio de adentrarmos a vida eterna é o seguirmos tão somente a Ele.